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Região concentra seis terminais aéreos
A Infraero é responsável pelo gerenciamento, no Nordeste, de seis terminais de carga aérea. Em Pernambuco, ponto estratégico nas rotas de exportação e de importação, estão localizados dois: o de Petrolina, no Sertão, e o do Recife. Mais seguro e rápido do que os outros modais de logística, o sistema aéreo costuma ser, também, o mais caro. O frete das operadoras é mais alto, resultado do valor do combustível das aeronaves e dos custos de manutenção. Na opinião do consultor e professor da Universidade da Federal de Pernambuco (UFPE), Écio Costa, investimentos em infraestrutura logística são cada vez mais necessários para o desenvolvimento do Estado e do País.
Para Costa, o modal aéreo é mais interessante para quem deseja exportar ou importar produtos com alto valor agregado e tamanhos reduzidos, além de perecíveis. “Quanto maior o volume da carga, mais barato fica”, comentou. As alternativas para o barateamento, no entanto, não são animadoras no Brasil. Com uma malha viária em péssimas condições e a ferroviária sucateada e mal conectada, os escoamentos de produção são dificultados. “O transporte rodoviário para cargas é um dos piores. É perigoso e ainda há o gasto de muito óleo diesel”, comentou.
Para itens com baixo valor agregado, como milho e soja, os trens e os navios são a melhor opção. Os portos também são a única alternativa para cargas com alto valor agregado e grandes volumes, mas que podem demorar mais e que precisam atravessar o oceano. “Quando você melhora os portos e faz investimentos, traz mais negócios. Em Pernambuco, nós temos um bom posicionamento geográfico e esses aportes podem gerar empregos e renda. Por isso, no ano passado, Dilma (Rousseff, presidente) anunciou investimentos de R$ 95 bilhões na infraestrutura, sendo R$ 50 bilhões nas ferrovias, R$ 40 bilhões nas rodovias e R$ 5 bilhões para os portos”, completou.
http://www.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/edicaoimpressa/arquivos/2013/03/04_03_2013/0019.html
Para Costa, o modal aéreo é mais interessante para quem deseja exportar ou importar produtos com alto valor agregado e tamanhos reduzidos, além de perecíveis. “Quanto maior o volume da carga, mais barato fica”, comentou. As alternativas para o barateamento, no entanto, não são animadoras no Brasil. Com uma malha viária em péssimas condições e a ferroviária sucateada e mal conectada, os escoamentos de produção são dificultados. “O transporte rodoviário para cargas é um dos piores. É perigoso e ainda há o gasto de muito óleo diesel”, comentou.
Para itens com baixo valor agregado, como milho e soja, os trens e os navios são a melhor opção. Os portos também são a única alternativa para cargas com alto valor agregado e grandes volumes, mas que podem demorar mais e que precisam atravessar o oceano. “Quando você melhora os portos e faz investimentos, traz mais negócios. Em Pernambuco, nós temos um bom posicionamento geográfico e esses aportes podem gerar empregos e renda. Por isso, no ano passado, Dilma (Rousseff, presidente) anunciou investimentos de R$ 95 bilhões na infraestrutura, sendo R$ 50 bilhões nas ferrovias, R$ 40 bilhões nas rodovias e R$ 5 bilhões para os portos”, completou.
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