PodCasts

23/10/2020

Prévia da inflação, medida pelo IBGE, indica maior alta para o mês de outubro nos últimos 25 anos.

O IBGE divulgou o IPCA-15 com alta de 0,94% , maior elevação para este mês nos últimos 25 anos e a maior alta mensal desde dezembro do ano passado. A aceleração no indicador para o mês foi consequência do aumento nos alimentos e bebidas (2,24%), com impacto de 0,45 ponto percentual no índice, com destaque para os preços de carnes (4,83%), arroz (18,48%), óleo de soja (22,34%), arroz (18,48%), tomate (14,25%) e leite longa vida (4,26%). Apesar da aceleração dos preços nos últimos meses, a expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central do governo para o IPCA, de 4%. Segundo o relatório Focus, divulgado na segunda-feira pelo Banco Central, os analistas do mercado financeiro estimam uma inflação de 2,65% em 2020.


22/10/2020

Indicador do IBGE aponta que Brasil teve saldo negativo na abertura de empresas pelo quinto ano seguido, de 2014 a 2018.

O indicador do IBGE apontou que o país teve saldo negativo em relação à abertura e o fechamento de empresas, pelo quinto ano seguido, implicando na perda de 2,9 milhões de trabalhadores assalariados, e cerca de 382,5 mil empresas. O levantamento aponta que o momento mais crítico foi no ano de 2014 com a fechamento de 218 mil empresas. O levantamento computa apenas as entidades empresariais, excluindo os Microempreendedores Individuais (MEIs). Nos anos seguintes, os números demonstraram redução. Já em 2018 uma recuperação inicial foi apresentada, o pessoal ocupado assalariado aumentou em 419,8 mil, uma alta de 1,3%. O IBGE destacou que este contingente foi empregado, sobretudo, pelas empresas sobreviventes. O comércio foi o setor que apresentou a maior saldo negativo de 2017 para 2018, enquanto o segmento de saúde humana e serviços sociais foi o que teve o maior saldo positivo.


21/10/2020

Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que 85 milhões de vagas devem acabar com automação, dando lugar a 97 milhões de empregos em novas áreas.

Em relatório apresentado pelo Fórum Econômico Mundial, os dados colhidos em pesquisa com 15 setores e 26 economias, incluindo o Brasil, indicaram que a automação do trabalho em atividades entre humanos e máquinas fecharão 85 milhões nos próximos 5 anos, em contrapartida, 97 milhões de vagas devem surgir em novas atividades. Segundo o levantamento, mais de 80% dos executivos já estão acelerando os processos de digitalização das atividades e implantação de novas tecnologias, 50% dos empregadores já planejam acelerar a automação de algumas funções.


20/10/2020

Pacote de estímulos econômicos americano avança, animando os mercados, mas assinatura do acordo ainda não acontece.

O Ibovespa voltou aos 100.000 pontos e bolsas americanas também subiram. Segundo Pelosi e representantes da Casa Branca, o acordo avançou, mas ainda há pontos a serem discutidos e deve ser fechado nos próximos dias.


19/10/2020

Roberto Campos Neto, Presidente do Banco Central, deixa claro que há necessidade de retomada da credibilidade fiscal.

Em entrevista a evento promovido pela Milken Institute, Roberto Campos Neto voltou a afirmar sobre a importância da retomada de uma agenda de ajustes das contas públicas e a necessidade da credibilidade fiscal para o retorno do crescimento da economia brasileira. Segundo ele, “é melhor gastar menos do que mais para estimular o crescimento.” O Presidente do BC ainda pontuou sobre a penalização do mercado devido ao temor sobre o aumento da dívida pública que torna a redução de gastos uma alternativa melhor do que o estímulo fiscal no momento. Relembrou ainda que o Brasil entrou na pandemia em uma situação fiscal mais frágil que os demais países emergentes, de seguidos anos de déficits primários, fazendo urgente o controle de gastos para reestabelecer a confiança no mercado, principalmente no período de transição pós-pandêmico.


19/10/2020

O que vem por aí na Semana Econômica!

Informações importantes, toda segunda-feira, trazendo a semana em indicadores e movimentações da economia e do mercado. Não deixe de escutar e mantenha-se informado.


16/10/2020

Desemprego atinge patamar recorde durante pandemia.

O IBGE divulgou a PNAD COVID19, indicando que o desemprego atingiu seu patamar recorde, chegando aos 14 milhões de pessoas procurando por emprego em setembro. Segundo o levantamento, a região com o maior número de desempregados foi a Sudeste, com 6,284 milhões de desempregados. Já na variação mensal dos últimos 5 meses, a região Nordeste teve o maior aumento entre o número de desempregados, com elevação de 69%.


15/10/2020

IBC-Br, que serve como Prévia do PIB, divulgou que economia brasileira teve sua 4° alta seguida, no mês de agosto, com 1,06%.

Apesar dos números serem positivos nas últimas medições do indicador, a retração do período anual ainda é de 5,44%. Já em comparação ao mês de agosto do ano de 2019, o indicador aponta uma contração de 3,92%. Esta comparação anual traz uma indicação mais positiva em relação ao PIB no encerramento de 2020, melhor que as estimativas de analistas, governo, FMI e Banco Mundial.


14/10/2020

Setor de serviços cresce pelo terceiro mês seguido, mas ainda segue abaixo do período pré-pandemia.

O volume de serviços prestados no Brasil cresceu 2,9% em agosto, na comparação com julho, porém, apesar da terceira alta seguida, ainda não conseguiu reverter as perdas com a pandemia. Nos últimos 3 meses o setor acumulou crescimento de 11,2%. O resultado ainda não foi suficiente para recuperar o tombo de 19,8% entre fevereiro e maio. Os setores de destaque foram beneficiados pela abertura gradual das atividades econômicas. 4 das 5 atividades mostraram avanço no volume de serviços em agosto, com destaque para serviços prestados às famílias (33,3%), impulsionados pela reabertura de restaurantes e hotéis.


13/10/2020

FMI refaz previsão do PIB de 2020 e indica queda menor nas atividades econômicas global e brasileira.

O FMI divulgou sua estimativa para a economia global em seu relatório World Economic Outlook, indicando uma nova projeção para a economia global, com queda de 4,4%, melhora significativa diante do cenário anterior, que indicava queda de 4,9%. Já em relação a economia brasileira, o fundo refez sua estimativa de uma queda de 9,1%, em junho, para uma queda de 5,8%.


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