PodCasts

21/09/2020

Ibovespa fecha em queda de 1,3%, acompanhando movimento de baixa internacional.

Ibovespa acompanha movimento de queda nas bolsas e fecha em queda de 1,3% nesta segunda feira (21). Este é o menor patamar dos últimos 3 meses. O desempenho negativo dos negócios na bolsa brasileira ocorre em linha com o exterior, onde as bolsas asiáticas já fecharam em queda e os índices acionários na Europa e Estados Unidos trilharam o mesmo caminho. Em Nova York, Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 recuaram. Um dos motivos que fizeram o mercado financeiro ter essa reação foi a retomada do COVID-19 na Europa, fazendo o investidor ficar a avesso ao risco. Alguns países como Índia e Irã também demonstram preocupação com uma possível segunda onda de contaminação do vírus. O petróleo foi negociado em queda, com temor de novos confinamentos pela COVID-19 e retomada da produção na Líbia. Outro motivo de preocupação para os investidores foi a megainvestigação de um consórcio de jornalistas internacionais que revelou que grandes bancos podem ter movimentado US$ 2 trilhões em transações com dinheiro ilegal nas últimas duas décadas. A revelação coloca em xeque o comprometimento do setor na prevenção à lavagem de dinheiro. Entre os citados estão o HSBC e o J.P. Morgan.


21/09/2020

O que vem por aí na Semana Econômica!

Informações importantes, toda segunda-feira, trazendo a semana em indicadores e movimentações da economia e do mercado. Não deixe de escutar e mantenha-se informado.


18/09/2020

Comissão Europeia estuda fatiar acordo com Mercosul para facilitar aprovação

A Comissão Europeia estuda a proposta de encaminhar em partes o acordo de livre comércio UE-Mercosul, para tentar facilitar sua tramitação. A divisão do acordo ajudaria o andamento do acordo, posto que não necessitaria a aprovação unânime do Conselho Europeu e dos 27 parlamentos membros na União Europeia em todos os tópicos do acordo. A temática ambiental tem sido um ponto de entrave na aprovação do acordo por parte de alguns países membros da União Europeia como a França, que a despeito das possíveis irregularidades cometidas contra o meio ambiente, utiliza-se do argumento para impedir a entrada do agronegócio onde teria que disputar o mercado de alimentos com países como o Brasil que tem safras recordes, algo que o País Europeu não dispõe em mesmo nível de competitividade. Para facilitar a tramitação do acordo, estuda-se dividí-lo em três pilares: Questões de Políticas e de Segurança, Cooperação Econômica Institucional, e Livre Comércio. Destes, o pilar de Livre Comércio é o que mais encontra dificuldades de trâmite devido à disputa de mercado que se daria diante de sua aprovação. Em contrapartida, a redução tarifária de importação do Mercosul geraria um ganho em torno de 4 bilhões de Euros às empresas Europeias, onde estima-se que 60 mil empresas do Bloco Europeu se beneficiariam com as compras do Países integrantes do Mercosul


17/09/2020

Estudo que desenvolvi aponta que Auxílio Emergencial superou a perda de renda Familiar em mais de 61%

Nesta quinta-feira (17), o Valor Econômico divulgou estudo que fiz com Marcelo Freire, no qual apontei que o Auxílio Emergencial supera a perda de renda familiar em mais de 61%. A comparação foi feita comparando a massa de rendimento familiar do primeiro semestre com a chegada do Programa de Auxílio Emergencial no segundo trimestre do ano de 2020. Em somente cinco Estados (São Paulo, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal), o montante destinado pelo Auxílio Emergencial não superou a perda na renda das famílias. O Cálculo da PNAD sobre a massa de rendimentos inclui trabalhadores de com 14 anos ou mais, formais, informais e desalentados que declararam ter tido renda durante a pesquisa. No acumulado até julho, a renda das famílias recuou R$ 66,8 bilhões, enquanto o Auxílio Emergencial somou um montante de 108,3 bilhões, no segundo trimestre do ano. Algumas questões precisam ser resolvidas, como a inflação de alimentos devido à aceleração de consumo destes produtos nos estados que tiveram este acréscimo na renda. Outro ponto que preocupa, é a questão fiscal, que deve elevar a relação dívida/PIB para 93,7% até o final de 2020.


16/09/2020

Fed e BC resolvem manter taxas de juros inalteradas.

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (COPOM) decidiu manter a taxa básica de juros (SELIC) em 2% ao ano. A decisão foi unânime. Depois de um ciclo de nove cortes consecutivos na taxa básica de juros, o COPOM decidiu manter a atual taxa de 2% ao ano, mínima histórica. De olho na retomada da atividade econômica do país, o Banco Central observa também o centro da meta da inflação, pois alguns setores já sentem o aumento do consumo, como o arroz, que teve seu preço elevado devido à falta de abastecimento somada à retomada acelerada do consumo. Outros pontos também foram levados em conta, como a questão fiscal, onde a manutenção do teto de gastos, que tem sido ameaçada constantemente. Por outro lado, o setor de serviços, que representa 70% do PIB, ainda tem apresentado uma retomada mais tímida, devido às condições de distanciamento social. Já nos EUA, o Federal Open Market Committee (Fomc), comitê de política monetária do Federal Reserve (Fed), decidiu manter a taxa de juros entre 0% e 0,25%. Além disso, sinalizou que deve manter os juros perto de zero até 2023, alinhado com uma política de inflação mais flexível.


15/09/2020

PIB pernambucano apresenta queda no segundo trimestre, porém abaixo do nível de queda do PIB brasileiro

O PIB pernambucano do 2º Trimestre foi divulgado hoje pelo Condepe/Fidem, apontando que o PIB do estado teve queda de 9,4% no 2º trimestre, abaixo da queda do PIB brasileiro, 9,7%, comparado ao trimestre imediatamente anterior. Em relação ao mesmo período no ano passado, a queda foi de 9,6%, comparado ao Brasil, que teve queda de 11,4%. O setor agrícola trouxe resultado positivo de 4,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O setor representa apenas 3,9% da composição do PIB de Pernambuco, mas ajudou para diminuir o impacto da pandemia.


14/09/2020

IBC-Br aponta acrescimento de 2,15% da economia em julho.

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma "prévia" do Produto Interno Bruto (PIB), foi divulgado pelo Banco Central e indicou um crescimento de 2,15% em julho na comparação com junho. Diferentemente do PIB, que é divulgado pelo IBGE em períodos trimestrais, o IBC-Br aponta a evolução econômica do Brasil mensalmente, observando principalmente agricultura, indústria e serviços, e demonstrou que julho foi o terceiro mês consecutivo de alta da atividade econômica. O mês de maio teve um crescimento de 1,86% e junho, 5,32%. Mesmo com o indicador expressando redução no ritmo da retomada, na comparação com julho do ano passado, porém, o indicador registrou uma contração de apenas 4,89%. O Boletim Focus que tem como objetivo monitorar a evolução das expectativas de mercado para as principais variáveis macroeconômicas, também medido pelo Banco Central, trouxe projeção de queda do PIB de 5,11%. A perspectiva positiva do IBC-Br, portanto, aponta para uma retomada mais acelerada, o que diminui a perspectiva de queda acentuada no final do ano.


14/09/2020

O que vem por aí na Semana Econômica!

Informac?o?es importantes, toda segunda-feira, trazendo a semana em indicadores e movimentac?o?es da economia e do mercado. Na?o deixe de escutar e mantenha-se informado.


11/09/2020

Setor de serviços, que representa 70% do PIB brasileiro, cresce no segundo mês seguido, em julho

O setor de serviços apresentou crescimento de 2,6% em julho, na comparação com junho, engatando a segunda alta mensal seguida. O setor de serviços representa 73,3% na composição do PIB pernambucano. No Brasil, o setor representa 70%. O setor ainda apresenta dificuldades em sua recuperação, onde serviços prestados às famílias teve queda de 3,9%, um dos mais afetados pelo isolamento social necessário na contenção da contaminação do COVID-19. Serviços prestados às famílias, que incluem hotéis, restaurantes, serviços de bufê e atividades de condicionamento físico, por exemplo, registraram queda de 3,9%, após avançarem 12,2% entre maio e junho. Na comparação com julho de 2019, a queda foi de 54,9%. No acumulado no ano, o tombo é de 38,2%. Espera-se que nos próximos levantamentos o setor apresente uma retomada mais acentuada, amenizando a queda do PIB no final do ano, com um maior relaxamento das medidas de isolamento.


10/09/2020

Vendas do varejo de julho têm seu melhor resultado desde início da série da série histórica e alguns setores já estão com vendas acima do período pré-crise.

O IBGE divulgou que as vendas do comércio varejista cresceram 5,2% em julho, na comparação com junho, engatando a 3ª alta mensal consecutiva. Porém, ao observar o acumulado do ano, ainda existe uma queda -1,8%, e espera-se que já no mês de agosto os dados indiquem um resultado positivo. Alguns setores analisados pelo IBGE demonstraram uma retomada econômica mais rápida que outros, como móveis e eletrodomésticos, com crescimento em relação a fevereiro de 2020, de 16,9%. Outros setores que se destacaram foram os hiper e supermercados com crescimento de 8,9%, artigos farmacêuticos (7,3%), além dos materiais de construção (13,9). A retomada acelerada destes setores é diretamente ligada ao Auxílio Emergencial disponibilizado pelo Governo Federal durante a pandemia para amenizar o efeitos negativos na economia. Outros setores ainda demonstram dificuldade em retomar suas atividades em relação a fevereiro, como tecidos, vestuário e calçados (-32,7%), livros, jornais, revistas e papelaria (-27,2%) e veículos (-19,7%). Acredita-se que estes setores devem apresentar números positivos já nos próximos meses com a abertura gradual da atividade econômica.