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20/11/2023

O que vem por aí na Semana Econômica!

Informações importantes, toda segunda-feira, trazendo a semana em indicadores e movimentações da economia e do mercado. Não deixe de escutar e mantenha-se informado.


17/11/2023

O governo federal anunciou que descartou a possibilidade de alterar, neste momento, a meta fiscal de déficit zero para 2024

A informação foi anunciada pelo relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias no Congresso, deputado Danilo Forte (União-CE), e confirmada pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. Essa meta fiscal prevê que, no ano que vem, o governo gastará apenas o que arrecadar e o que tiver em caixa – ou seja, sem aumentar a dívida pública para cumprir gastos e investimentos. O presidente Lula havia declarado que essa meta não era um compromisso do governo, derrubando bolsa e pressionando o câmbio. Até o momento, representantes do Governo vinham comentando que a meta poderia ficar em 0,5% a 1,0% do PIB de déficit para 2024. Mas, o governo ainda pode mudar a meta fiscal em outras duas ocasiões, além desta semana, na votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que cria os parâmetros para o Orçamento de 2024: no fim do ano, quando será votado de fato o Orçamento de 2024; ou em março do ano que vem, quando o governo apresenta o relatório de receitas e despesas do primeiro bimestre e, se julgar necessário, bloqueia verbas para garantir o cumprimento da meta. Para conseguir zerar o déficit público no ano que vem, a equipe econômica já informou que busca R$ 168 bilhões em aumento de arrecadação em 2024. A proposta de orçamento do ano que vem, já inclui diversas medidas de aumento de arrecadação. Até o momento, a expectativa de aumento de receita total tem ficado em R$ 114,4 bilhões. O mercado reagiu muito bem ao comunicado, com Ibovespa subindo aos 124 mil pontos, mesmo nível de julho de 2021. Apesar disso, o mercado ainda acredita que o Governo não irá conseguir cumprir a meta e que o déficit deverá ficar em torno de R$ 90,2 bilhões.


16/11/2023

Estatais voltam a ter prejuízos depois de 8 anos e devem fechar 2023 com rombo de R$ 5,6 bilhões

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) autoriza que as empresas tenham um déficit primário de até R$ 3 bilhões neste ano, mas a última projeção do governo é de que o rombo das estatais chegue a R$ 5,6 bilhões, conforme o relatório de avaliação de receitas e despesas do quarto bimestre deste ano. Essa estimativa, que leva em conta o desempenho de 22 estatais não dependentes de recursos da União, muda uma trajetória de superávits que vinha sendo observada nos últimos 5 anos, segundo o Banco Central. A exceção foi em 2020, quando fecharam com déficit de R$ 614 milhões. Porém, naquele ano, a meta inicial era de déficit de R$ 3,8 bilhões, e, depois, foi suspensa em virtude da pandemia. Ocorrendo o déficit, ele será compensado com recursos do Tesouro Nacional, que por sua vez emitirá mais dívida, acelerando a relação dívida/PIB do país, fato que já preocupa, pois o déficit das contas do Governo deverá ser muito alto esse ano, pois já acumula R$ 97 bilhões até setembro, com a relação Dívida/PIB crescendo para 74,36%. As estatais têm enormes dificuldades em cortar despesas, especialmente gastos com pessoal, que são muito engessados. O Governo atual abandonou quaisquer iniciativas de privatização de estatais. Esses déficits recorrentes e crescentes poderão impactar a trajetória do sistema de metas para o resultado primário das contas do governo no Arcabouço Fiscal.


14/11/2023

Por que o Ibovespa disparou e o Dólar caiu?

A divulgação de uma inflação nos EUA abaixo do esperado pelo mercado, 0,0% ao invés de 0,1% para o mês de outubro em relação a setembro, trouxe um cenário mais otimista em relação à trajetória dos juros na economia americana que, por sua vez, ajuda o cenário de juros no Brasil. Entenda. Apesar da pequena diferença entre o esperado e o realizado na passagem de setembro para outubro, no acumulado de 12 meses, a queda foi de 0,5 ponto percentual e ajudada por uma inflação mais baixa no núcleo, agora acumulando 4,0% nos últimos 12 meses. Esse resultado animou o mercado brasileiro, com uma elevação do Ibovespa para o patamar de 123 mil pontos, maior desde agosto de 2021, e queda no Dólar para os R$ 4,86. Os investidores aumentaram suas apostas nos mercados emergentes depois desse resultado. A explicação vem do fato que uma inflação mais contida nos EUA muda o cenário contracionista esperado para os juros da economia americana. Esperava-se mais uma elevação dos juros ainda esse ano, como uso amargo para o controle da inflação pelo Comitê de Política Aberta (FOMC) do Fed. Com esse resultado da inflação ao consumidor (PCI) mais em conta por lá, pode-se esperar que os juros parem de subir na economia americana, com efeitos aqui na economia brasileira. De fato, analistas já falam que os juros nos EUA devem fechar 2024 em um patamar mais baixo que 2023. Em grande parte, essa mudança pode ser observada por indicadores preocupantes do endividamento dos americanos. A dívida do cartão de crédito aumentou 16,6% no terceiro trimestre em relação ao ano passado, atingindo um recorde de US$ 1,08 trilhão, com os juros mais altos já vistos até hoje (21,2% ao ano) e inadimplência de 8%, a maior em mais de 10 anos. Essa mudança de cenário impacta as decisões de juros por aqui, também. Os juros nos países emergentes terminam apresentando um limitador de redução baseado no spread entre os juros locais e nos EUA. Se os juros por lá estão muito altos, no Brasil, por exemplo, não se consegue reduzir muito, mesmo com inflação sob controle. Com essa mudança de expectativas nos EUA, agora a queda da SELIC pode ser mais acentuada em 2024, desde que a inflação no Brasil também esteja controlada e dentro do sistema de metas. Essa mudança no ritmo de queda dos juros, com maior aceleração, vai ajudar a economia brasileira, fomentando consumo e investimentos, que tem impacto sobre as empresas listadas na B3.


14/11/2023

Problemas climáticos já causaram prejuízos de mais de R$ 300 bilhões à agropecuária brasileira desde 2013

O levantamento foi feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Somente neste ano, o prejuízo já chega em R$ 24,6 bilhões na agricultura e R$ 9,1 bilhões na pecuária. O fenômeno El Niño está gerando chuvas em excesso no Sul do Brasil, enquanto o Centro-Norte sofre com a seca e altas temperaturas. Faz muito sentido os produtores se preocuparem com o clima nesta safra e na próxima. Há grande risco de serem afetados, impactando, também, o resultado do PIB e a balança comercial em 2024. O final da primavera e o início do verão registrarão novos períodos sem chuvas e com altas temperaturas. Isso deve gerar perdas na safra de grãos, mas somente com reflexos em 2024, revertendo os resultados recordes que o país teve em 2023 na produção e exportação de soja e milho, principalmente. Essas situações de clima extremo devem ficar cada vez mais frequentes nos próximos anos, impactando as safras com maior frequência e trazendo impactos econômicos importantes para a economia brasileira, que vem apresentando uma maior relevância do agronegócio em sua composição produtiva. O Brasil vem se tornando o grande fornecedor de alimentos para uma população mundial crescente, mas o fator climático pode ser o grande entrave para uma maior participação. Os gastos com insumos que revertam essas crises climáticas se tornarão maiores ao longo dos anos e a recorrência de resultados negativos demandarão mais apoio governamental, através de subsídios. Para enfrentar esse desafio, é necessário que o agronegócio adote tecnologias e práticas sustentáveis, se protegendo para situações cada vez mais extremas e que, ao mesmo tempo, aumentem a produtividade. O papel da Embrapa deve ser fundamental nesse sentido. Vale lembrar que o Brasil possui os maiores aquíferos mundiais, com muita água embaixo da terra, que pode servir como um alento em momentos extremos como esses, mas a própria temperatura mais elevada, bem acima das médias históricas, pode trazer um prejuízo maior que as tecnologias a serem desenvolvidas. Com esse fator climático em 2023 e possível prolongamento com uma La Niña em 2024, que trará períodos de seca na região Sul, os impactos podem influenciar os preços domésticos e mundiais, reduzindo a quantidade exportada, impactando no PIB e até mesmo gerando um impacto na formação do IPCA.


10/11/2023

A eleição na Argentina pode impactar o Brasil?

A Argentina é hoje o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, com 5,3% das exportações brasileiras, atrás somente da China (30,9%) e dos EUA (10,6%), no acumulado até outubro desse ano. Além da relevância em participação no total, a pauta de produtos enviados para a Argentina é mais diversificada e de maior agregação de valor. Pelo lado das importações brasileiras, a Argentina também é o terceiro maior fornecedor de produtos ao Brasil, com 5,0% do total, depois de China (22,1%) e EUA (16%). Esse resultado nos deixa com um saldo positivo na relação comercial com eles. Para a Argentina, o Brasil é o seu principal parceiro comercial, com mais de 16% de exportações do país, à frente de China (8%) e EUA (6%). A Argentina vive uma crise há vários anos, que envolve déficits fiscais recorrentes que alimentam a inflação, que chegou num nível insustentável, com necessidade de adoção de uma política de juros também exorbitante para tentar controlá-la, sem resultado, e manter investidores internacionais nos títulos argentinos, que são usados para financiar o déficit fiscal. Sem dinheiro suficiente para conseguir financiar suas despesas, o governo passou a imprimir dinheiro, gerando a enorme pressão inflacionária e uma série de problemas econômicos. Dentre os principais problemas, destaca-se a forte desvalorização da moeda e a criação de vários regimes cambiais que também resultaram em uma crise no balanço de pagamentos. Na esteira das preocupações, vem a eleição presidencial que será decidida por dois concorrentes que não trazem boas perspectivas para o cenário argentino. Javier Milei está em primeiro lugar nas pesquisas mais recentes, com margem apertada em relação ao segundo colocado, Sergio Massa, atual Ministro da Economia, numa economia em crise, como já mencionado. Milei tem dado declarações muito preocupantes, mas as duas que se sobressaem são a dolarização da economia e o rompimento comercial com o Mercosul e a China. No primeiro caso, a dolarização da economia vai acabar com qualquer vantagem competitiva que as exportações detêm hoje, dificultando muito o comércio de commodities agrícolas, principalmente o complexo da soja, o milho e as carnes. Além disso, o rompimento comercial com seus dois principais parceiros comerciais, Brasil e China, também pode trazer consequências ainda mais fortes à economia como um todo, pois impactaria a exportação de commodities para a China e de produtos industrializados para o Brasil. Por outro lado, a eleição de Massa representa a continuidade de um sistema político e econômico fracassado, com contínua deterioração de seus índices de crescimento do PIB, da renda per capita e, inclusive do comércio exterior, pois as exportações argentinas para o Brasil em 2012 já foram mais de 20% do total. Espera-se que os discursos populistas sejam amenizados pela gestão da economia após a eleição. Para tanto, o papel do Congresso argentino pode ser decisivo para evitar a implantação de medidas negativas para a recuperação da economia, que detém um potencial de crescimento significativo, mas que tem sido muito mal administrado nos últimos anos.


09/11/2023

Com déficit de R$ 18,1 bilhões em setembro, Setor Público acumula déficit no ano de R$ 97,1 bilhões

O resultado é bem diferente do superávit de R$10,7 bilhões obtido em setembro de 2022. Houve déficits de R$16,5 bilhões no Governo Central, de R$1,1 bilhão nos governos regionais e de R$500 milhões nas empresas estatais. No mesmo período de 2022, olhando o valor acumulado, as contas públicas haviam registrado um superávit de R$ 126 bilhões. A piora no acumulado deste ano, portanto, foi de R$ 223 bilhões. O saldo negativo acumulado deste ano representa o pior resultado para esse período desde 2020, período da pandemia, quando o governo elevou gastos com benefícios para a população. Com a PEC da Transição, o governo obteve autorização para gastar R$ 168,9 bilhões a mais neste ano. Esses gastos se tornaram permanentes com a aprovação do arcabouço fiscal, a nova regra para as contas públicas aprovada pelo Congresso Nacional. Ao longo do ano, as despesas têm aumentado e as receitas caído, piorando ainda mais o resultado. O governo chegou a propor, no orçamento de 2024, que as suas contas tivessem um déficit zero. Para atingir esse resultado, porém, a equipe econômica propôs medidas de aumento de arrecadação em R$ 168 bilhões no próximo ano. Mas, devido aos resultados mais recentes de queda de arrecadação e aumento de despesas, a meta deve ser alterada para um déficit em torno de 0,5% do PIB em 2024, mais de R$ 50 bilhões. O déficit primário acontece quando as despesas ficam acima das receitas, sem considerar os juros da dívida pública. Quando ocorre o contrário, há superávit. O resultado engloba o governo federal, os estados, os municípios e as empresas estatais. A recorrência de déficits nas contas do Setor Público, faz com que o endividamento e os juros a serem pagos fiquem mais altos. Em setembro, a dívida do setor público consolidado ficou em 74,4% do PIB, cerca de R$ 7,8 trilhões, mesmo patamar registrado em agosto. Na comparação com o final do ano passado, quando a dívida estava em R$ 7,22 trilhões, ou 72,9% do PIB (dado atualizado), porém, houve uma alta de 1,5 ponto percentual. A relação dívida/PIB mais alta reduz a confiança dos investidores no país e as agências de rating fazem downgrade da nota do Brasil, encarecendo a rolagem da dívida, por ter que contratar com juros mais elevados. A previsão, mesmo com Arcabouço Fiscal, é que a dívida pública brasileira venha a atingir 87,2% do PIB em 2032. Esse patamar é muito mais alto que dos demais emergentes e fica próximo ao da União Europeia.


08/11/2023

Com novas exceções, Reforma Tributária deve ficar com uma alíquota ainda maior que 27,5%

O relator da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou uma complementação de voto que ampliou as exceções para mais segmentos e a Comissão de Constituição e Justiça aprovou o relatório com mais de 250 emendas. As alterações beneficiam bancos, taxistas, clubes de futebol e a indústria automotiva. Também atendem a pleitos dos governadores do Centro-Oeste e Nordeste, além do agronegócio. Não há ainda um cálculo sobre a nova versão e seu impacto sobre o valor final do IVA, que já vem sendo estimado em 27,5% pelo Ministério da Fazenda, o maior do mundo. Braga manteve a atual isenção na compra de automóveis por pessoas com deficiência ou no espectro autista e por taxistas. O relatório também manteve o recolhimento unificado dos tributos aplicáveis às Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs). O relator acolheu, também, uma sugestão que prevê alíquota zero para a aquisição de medicamentos adquiridos pela administração pública e por entidades de assistência social sem fins lucrativos. O objetivo seria equiparar o tratamento tributário do revendedor nacional, hoje prejudicado pela importação direta por entidades imunes. Os serviços de intermediação financeira, como bancos, terão um regime específico de tributação de forma a manter, até o sexto ano de entrada em vigor do regime, a carga tributária vigente na data da promulgação da emenda constitucional. Também haverá regime específico para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Outro ponto alterado mantém a possibilidade de cobrança de tributos sobre produtos primários e semi-elaborados pelos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará, estendendo a medida até 2043. No texto aprovado na Câmara e no parecer anterior de Braga, a cobrança terminaria junto com o ICMS em 2032. Braga ampliou benefícios fiscais concedidos ao setor automotivo para a produção de veículos movidos a álcool, isoladamente ou em conjunto com gasolina. Esse era um pleito dos governadores e parlamentares do Nordeste e Centro-Oeste para incentivar as montadoras da região. Antes, o texto previa o benefício apenas para veículos elétricos. Essas são apenas algumas de inúmeras exceções que foram incluídas na proposta aprovada na CCJ e que segue para apreciação do plenário ainda essa semana. A proposta volta em seguida para a Câmara, onde novas alterações poderão ser feitas, com nova votação, para mais uma vez ser votado pelo Senado. Com tantas exceções, a Reforma Tributária está dando margem para se tornar um novo “manicômio tributário”, como é chamado hoje o sistema tributário brasileiro, e pode gerar muitos questionamentos futuros. Além disso, com muitas exceções, o IVA pode, facilmente, passar dos 30%, retirando quaisquer possibilidades de competitividade do setor produtivo brasileiro, principalmente da indústria, que depende muito dessa reforma.


06/11/2023

Enquanto China, EUA, União Europeia e Índia respondem, juntos, por quase 80% dos subsídios globais para produção de alimentos, Brasil opera com baixo apoio estatal em relação aos demais países

O Brasil vai contra a tendência, com uma agricultura competitiva no mercado internacional e que opera com baixo apoio estatal. De acordo com a OCDE, foram injetados US$ 851 bilhões ao ano em subsídios ao setor, entre 2020 e 2022, um volume considerado recorde pela entidade, que analisou a tendência em 54 países. Por trás do discurso de garantia da segurança alimentar, esses países principalmente transferiram renda para grupos econômicos e produtores rurais, os quais, de outra forma, deixariam de ser competitivos em vários nichos internacionais. Os subsídios são usados pelas economias mais ricas, e não são usados para resolver problemas de insegurança alimentar, mas para garantir um determinado nível de renda e padrão de vida aos produtores locais. Com isso, são usados como barreiras protecionistas para proteger a produção local da concorrência dos produtores de fora, principalmente das economias emergentes e, mais ainda, do Brasil. O estudo da OCDE destaca a concentração dos subsídios na China, Índia, EUA e União Europeia, que são responsáveis por 36%, 15%, 14% e 13%, respectivamente. Juntos, somam 78% do total de subsídios. A China foi a única a ampliar o volume de recursos em relação ao PIB. Os subsídios brasileiros, cerca de US$ 8,2 bilhões ao ano no período, são apontados pela OCDE como historicamente baixos e inferiores à média dos países da OCDE. O Brasil possui uma agricultura exportadora competitiva, com baixos níveis de subsídios e proteção e preços domésticos quase que totalmente alinhados aos internacionais. Segundo a OCDE, entre 2020 e 2022, os subsídios brasileiros representaram cerca de 3,1% da receita bruta dos produtores, com queda em relação a duas décadas atrás, quando o indicador ficou em 7,6%. A maior parcela vem dos recursos do Plano Safra, a partir da oferta de crédito a juros menores do que os praticados no sistema financeiro. As medidas protecionistas distorcem o comércio, investimento e alocação da produção, minando tanto o valor de acesso ao mercado como os benefícios dos mercados competitivos e do comércio aberto. Todos os consumidores saem perdendo, mas principalmente nas economias emergentes. Os países mais avançados deveriam realocar os recursos dos subsídios para políticas ambientais e promover uma maior abertura comercial, beneficiando todos.


06/11/2023

O que vem por aí na Semana Econômica!

Informações importantes, toda segunda-feira, trazendo a semana em indicadores e movimentações da economia e do mercado. Não deixe de escutar e mantenha-se informado.