PodCasts

28/07/2021

Estudo realizado pelo Ministério da Economia aponta recuperação econômica mais rápida que nas crises anteriores.

O Ministério da Economia divulgou Nota Técnica destacando a importância do investimento das empresas na recuperação econômica. A Nota Técnica aponta que a atual recuperação está em ritmo mais rápido que das outras recessões enfrentadas pelo país nos períodos de 1980-1983, 2008-2009 e 2015-2016. Apesar da forte queda em 2020 o investimento privado teve forte recuperação, retornando ao patamar pré-pandemia. Segundo o levantamento, foram necessários quatro trimestres para esta retomada. A crise econômica de 2008 precisou de cinco trimestres, por exemplo. A indústria e a produção de bens de capital tiveram recuperações diferentes. A indústria acumulou 1,1% de alta nos últimos 12 meses até abril de 2021, enquanto a produção de bens de capital cresceu 5,1%. No ano 2021, a produção de bens de capital teve alta de 35,6% nos primeiros quatro meses do ano, bem acima da taxa de crescimento da indústria em geral (10,5%), na comparação ao mesmo período de 2020. Esse crescimento forte da indústria de bens de capital indica que as indústrias estão investindo fortemente em sua expansão para 2021.


27/07/2021

FMI melhora perspectiva do PIB para o Brasil e projeção de crescimento agora é de 5,3% em 2021.

O crescimento do PIB Brasileiro foi revisado pelo FMI, que aumentou a expectativa de crescimento em 2021 de 3,7% para 5,3%. Por conta disso, a projeção para 2022 foi ajustada de 2,6% para 1,9%. A projeção de crescimento a nível global não sofreu alteração, mantendo-se em 6% para 2021. Em 2022, a expectativa de crescimento agora é de 4,9%, 0,5 pontos percentuais acima da projeção anterior. Segundo o relatório do FMI, o fator de aceleração do crescimento dos países está diretamente ligado às vacinas. A imunização em massa foi essencial para retomada da atividade econômica das economias do primeiro mundo, o que não aconteceu na mesma velocidade nos países em desenvolvimento, com exceções.


26/07/2021

Nordeste bate recorde na geração de energia eólica e solar, atendendo 100% da sua demanda.

Segundo dados divulgados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste tem se tornado referência em geração de energia eólica e solar no país. A energia eólica produzida no dia 21 de julho foi suficiente para atender quase 100% da demanda da região no dia. As condições climáticas têm favorecido a região que possui um elevado índice de insolação, combinado com ventos fortes que possibilitam um ambiente ideal para geração de energia limpa e renovável. O pico de geração fotovoltaica do dia 19 de julho alcançou 2.211 MW, às 12h14, volume capaz de atender a 20% da demanda do Subsistema do Nordeste naquele momento. No dia 21 de julho, foram gerados 11.094 MW médios a partir da geração eólica, capaz de atender quase 100% da demanda da Região Nordeste daquele dia. Atualmente, 85% da nossa matrizes elétrica vem de fontes limpas e renováveis. No ano de 2021, mais de 3.400 MW entraram nas redes elétricas, com a solar correspondendo a 48% dessa expansão. A energia eólica hoje representa 10,7% da matriz elétrica brasileira, podendo chegar em 11,2% até o final do ano. A energia solar tem 1,9% de toda a matriz elétrica do país, com perspectiva de chegar em 2,6% até o fim de 2021.


25/07/2021

O que vem por aí na Semana Econômica!

Informações importantes, toda segunda-feira, trazendo a semana em indicadores e movimentações da economia e do mercado. Não deixe de escutar e mantenha-se informado.


23/07/2021

IPCA-15 tem maior alta em 17 ano.

O IBGE divulgou os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) para o mês de julho e houve uma elevação de 0,72%. O indicador serve como prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA. Essa foi a maior alta para o mês desde 2004. A vilã novamente foi a energia elétrica por conta do reajuste de 0,52% na bandeira tarifária desde o mês de junho. Os planos de saúde pela primeira vez tiveram um movimento contrário, apresentando deflação com -0,24%. No acumulado do ano, o indicador apresenta elevação de 4,88%. Em 12 meses, 8,59%, acima do teto da meta de inflação de 5,25%.


22/07/2021

Mês de junho tem novo recorde de financiamentos imobiliários.

A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) divulgou os dados referentes aos financiamentos imobiliários para o mês de junho, com R$ 19,66 bilhões usando recursos das cadernetas de poupança. É o maior crescimento nominal de toda a série histórica. Esse volume representa um crescimento de 12,5% em relação ao mês de maio e de 112% comparado com junho de 2020. A Reuters destacou que o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) financiou R$ 97 bilhões em novos contratos em 2021, uma alta de 123,9% em comparação ao mesmo período em 2020.


21/07/2021

Arrecadação Federal bate Recorde no primeiro semestre de 2021.

A Receita Federal divulgou os dados referentes à arrecadação dos impostos federais referentes ao 1º semestre. Os resultados indicam que houve um crescimento real de 24,29% em comparação com o mesmo período de 2020. O valor arrecadado foi de R$ 881,996 bilhões. No mês junho de 2021, o aumento real foi de 49,77%, ficando em R$ 137 bilhões. Esse aumento real tem dois componentes: base muito fraca de comparação e crescimento da atividade econômica recente.


20/07/2021

Segunda Prévia do IGP-M aponta desaceleração em julho e crescimento de 0,72%.

A FGV divulgou os dados da segunda prévia para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), apresentando desaceleração do indicador no mês de julho. O índice teve elevação de 0,72%, o menor patamar para uma segunda prévia desde maio do ano passado. A prévia ainda não é o dado oficial, possível de correção após a virada do mês. Em 12 meses o índice acumula alta de 33,75%, nível abaixo dos 36,65% aferidos até o mês de junho. Do ano passado para cá, as commodities agrícolas e minerais tiveram grande impacto na elevação do indicador, com seus preços se elevando nos meses de junho de 2020 em diante. Agora em julho a tendência se inverteu, com queda no preço das commodities agrícolas, como soja, milho em grão, óleo de soja em bruto e arroz em casca.


19/07/2021

Bolsas mundiais sofrem fortes correções com aumento de preocupação com nova variante do coronavírus.

As principais bolsas mundiais sofreram fortes correções diante da ameaça de novos fechamentos por conta da variante Delta do COVID-19. O Ibovespa sofreu queda de 1,24%, encerrando o dia aos 124 mil pontos. O Índice Dow Jones teve queda de 2,09%, ficando em 33 mil pontos. O Dólar subiu 2,63% para o valor de R$ 5,25. Outro fato relevante foi o acordo fechado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que contribuiu para a derrubada no preço do barril de petróleo a nível internacional, afetando diretamente no preço das ações das petroleiras, inclusive a Petrobras aqui no Ibovespa. Como a Petrobras tem peso relevante na composição do Ibovespa, ajudou a derrubar o índice. A preocupação de uma terceira onda de contaminações aliada à inflação que tem se mantido elevada, traz reflexos imediatos no mercado financeiro, que precifica negativamente esse risco. Vale lembrar que a vacinação tem se acelerado e possivelmente as preocupações podem ser atenuadas conforme a mortalidade pelo COVID-19 caia de forma mais significativa.


18/07/2021

O que vem por aí na Semana Econômica!

Informações importantes, toda segunda-feira, trazendo a semana em indicadores e movimentações da economia e do mercado. Não deixe de escutar e mantenha-se informado.