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15/03/2021

Economia brasileira cresceu 1,04% em janeiro, segundo o IBC-Br.

O Banco Central divulgou o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) para o mês de janeiro deste ano, apontando crescimento de 1,04% e retornando ao patamar pré-pandemia. O indicador avalia o crescimento do PIB mês a mês. Levando em consideração o ajuste sazonal com o mês imediatamente anterior, os dados apresentaram um crescimento de 1,04% para o primeiro mês do ano, sendo o nono mês consecutivo de crescimento do indicador. O índice, porém, registrou um recuo de 0,46% na comparação com janeiro de 2020. No acumulado dos 12 meses até janeiro de 2020, houve queda de 4,04%, sem ajuste sazonal. Vale lembrar que as maiores quedas do indicador foram no auge da pandemia no ano de 2020, com quedas de 5,76% em março e 9,11% em abril. Alguns fatores colaboraram para o crescimento no mês de janeiro, como por exemplo o auxílio emergencial que ainda trouxe reflexos positivos no indicador avaliado. Espera-se que em fevereiro o mesmo ocorra. Porém, a partir do mês de março, a expectativa é que, devido o agravamento dos casos do COVID-19, a retomada das restrições preventivas faça com o que o mês tenha resultados negativos novamente para na atividade econômica. Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária do Banco Central se reunirá para decidir a taxa juros. Os dados do crescimento da economia, junto com a pressão inflacionária, devem levar o COPOM a elevar a SELIC.


15/03/2021

Economia brasileira cresceu 1,04% em janeiro, segundo o IBC-Br.

O Banco Central divulgou o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) para o mês de janeiro deste ano, apontando crescimento de 1,04% e retornando ao patamar pré-pandemia. O indicador avalia o crescimento do PIB mês a mês. Levando em consideração o ajuste sazonal com o mês imediatamente anterior, os dados apresentaram um crescimento de 1,04% para o primeiro mês do ano, sendo o nono mês consecutivo de crescimento do indicador. O índice, porém, registrou um recuo de 0,46% na comparação com janeiro de 2020. No acumulado dos 12 meses até janeiro de 2020, houve queda de 4,04%, sem ajuste sazonal. Vale lembrar que as maiores quedas do indicador foram no auge da pandemia no ano de 2020, com quedas de 5,76% em março e 9,11% em abril. Alguns fatores colaboraram para o crescimento no mês de janeiro, como por exemplo o auxílio emergencial que ainda trouxe reflexos positivos no indicador avaliado. Espera-se que em fevereiro o mesmo ocorra. Porém, a partir do mês de março, a expectativa é que, devido o agravamento dos casos do COVID-19, a retomada das restrições preventivas faça com o que o mês tenha resultados negativos novamente para na atividade econômica. Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária do Banco Central se reunirá para decidir a taxa juros. Os dados do crescimento da economia, junto com a pressão inflacionária, devem levar o COPOM a elevar a SELIC.


15/03/2021

O que vem por aí na Semana Econômica!

Informações importantes, toda segunda-feira, trazendo a semana em indicadores e movimentações da economia e do mercado. Não deixe de escutar e mantenha-se informado.


12/03/2021

Varejo tem queda de 0,2% no mês de janeiro.

O IBGE divulgou que em janeiro as vendas no setor varejista tiveram queda de 0,2% em relação ao mês de dezembro de 2020, quando a queda já havia sido de 6,2%. Em comparação com janeiro de 2020, a queda foi de 0,3%, interrompendo uma sequência de sete meses positivos. O índice acumulado nos últimos 12 meses ficou em 1,0%. Das 8 atividades avaliadas, 5 apresentaram queda, com destaque para livros, jornais, revistas e papelaria; e, tecidos, vestuário e calçados. Os setores que tiveram destaque positivo foram artigos de uso pessoal e doméstico; artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; e, equipamentos e material para escritório, informática e comunicação. O varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, apresentou queda de 2,1% no mês de janeiro em relação a dezembro, a segunda taxa negativa consecutiva. Alguns dos fatores para o resultado negativo foram a diminuição do aporte de recursos do auxílio emergencial, a volta das medidas restritivas com o avanço da pandemia no país e a inflação de alimentos e bebidas.


11/03/2021

IPCA sobe 0,86%, maior patamar para fevereiro desde 2016.

O IBGE divulgou o IPCA de fevereiro, que teve subida forte de 0,86% frente a janeiro. Esse é o maior resultado para um mês de fevereiro desde 2016 (quando o índice bateu o patamar de 0,90%) e deve-se, principalmente, à alta no preço dos combustíveis. No ano, o índice acumula alta de 1,11% e, em 12 meses, de 5,20%. O centro da meta da inflação, determinado pelo Banco Central para o ano de 2021, é de 3,75% podendo mover-se entre o piso de 2,25% e o teto de 5,25%. Como a inflação está muito próxima do teto, há um forte indicativo de que na semana que vem a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC eleve a taxa Selic, que atualmente encontra-se em 2,00%. Com alta de 7,11%, a gasolina foi, individualmente, o item que mais impactou o índice no mês, com participação de cerca de 0,36 p.p. no resultado final.


10/03/2021

Desemprego atingiu nível recorde em 20 estados no ano de 2020.

O IBGE divulgou que, durante o ano de 2020, o desemprego atingiu níveis recordes em 20 estados brasileiros, principalmente nos estados do Norte e Nordeste. A taxa média anual de desemprego do país em 2020 foi de 13,5%, a maior de toda a série histórica de acordo com a Pnad. A Bahia liderou o ranking com 19,8%. O estado de Pernambuco ficou na 5ª posição com 16,8%. A pesquisa mostrou que, para 15 estados avaliados, menos da metade da população nestes estados estava ocupada no ano. No estado de Alagoas, apenas 35,9% das pessoas estavam empregadas, em Pernambuco 40,4%. Entre as pessoas autodeclaradas pretas, a taxa foi de 17,2%, enquanto a dos pardos foi de 15,8%, ambas acima dos brancos, com 11,5%. Outras disparidades foram encontradas para mulheres x homens e de acordo com o nível de instrução.


09/03/2021

Quem os investidores preferem, Lula ou Bolsonaro? Como pensa o mercado?

Com a anulação das sentenças do ex-presidente Lula pelo Ministro do STF, Edson Fachin, os direitos políticos do ex-presidente estão reestabelecidos, fazendo com que Lula seja o candidato de maior potencial em oposição ao atual Presidente Jair Bolsonaro nas eleições que serão realizadas em 2022. Diante desta mudança, o mercado financeiro reagiu de forma negativa, elevando o câmbio para o maior valor desde maio do ano passado e encerrando o pregão da Bolsa de Valores em forte queda. Neste cenário de incertezas, o atual Presidente ainda leva certa vantagem, pois conta com a credibilidade atribuída à sua equipe econômica, liberal e reformista. O mercado, porém , analisa de perto se, diante de uma pressão sobre a popularidade para as próximas eleições, Bolsonaro irá ceder a arroubos populistas, fazendo com que o risco fiscal deprecie o câmbio ainda mais e eleve a SELIC para patamares superiores ao que se prevê para o final do ano. Um teste importante no curto prazo, para mostrar se ainda há compromisso com a responsabilidade fiscal, é a aprovação da PEC Emergencial sem desidratação da sua importância e a progressão da Reforma Administrativa.


08/03/2021

Lentidão no Plano Nacional de Vacinação causa desaquecimento na economia.

Com apenas 3,7% da população vacinada, a lentidão no Plano Nacional de Vacinação causa desaceleração na economia nacional. No início do primeiro trimestre deste ano o ritmo no número de infectados voltou a sofrer elevações preocupantes, fazendo com que as medidas restritivas voltem a ser adotadas com maior rigor, o que causa novo desaquecimento na retomada da atividade econômica. O setor de serviços, responsável por mais de 70% na composição do PIB nacional, é o mais castigado pelas medidas de contenção do COVID-19. A necessidade de um novo auxilio emergencial apenas atenua uma queda mais drástica na atividade econômica do país, porém a urgência de uma aceleração na vacinação se faz extremamente indispensável. A proposta do Governo Federal é que metade da população esteja vacinada até o fim do primeiro semestre, mas até o momento a velocidade do contágio tem sido superior à da vacinação.


07/03/2021

O que vem por aí na Semana Econômica!

Informações importantes, toda segunda-feira, trazendo a semana em indicadores e movimentações da economia e do mercado. Não deixe de escutar e mantenha-se informado.


05/03/2021

Economia Pernambucana teve queda de 1,4% em 2020.

A Agência Condepe/Fidem divulgou os dados do PIB de Pernambuco relativos ao ano de 2020, apontando que a Economia Pernambucana teve queda de 1,4%. O Brasil apresentou queda de 4,1% no mesmo período. No 3° e 4° trimestres Pernambuco teve desempenho superior ao do Brasil. O setor de serviços foi quem teve a maior queda em 2020 (-3,0%). O setor é responsável por 75,5% da composição do PIB do estado. No Brasil, a queda no setor de serviços foi de 4,5%. A agropecuária teve crescimento de 19,8% e a indústria fechou com alta de 1,0%. Os dois são responsáveis por 4,8% e 21,9% na composição do PIB Pernambucano. Vale lembrar que a nível Brasil, a agropecuária teve crescimento de 2,0% e a indústria, queda de 3,5%.