PodCasts

14/12/2020

O que vem por aí na Semana Econômica!

Informações importantes, toda segunda-feira, trazendo a semana em indicadores e movimentações da economia e do mercado. Não deixe de escutar e mantenha-se informado.


11/12/2020

PIB de Pernambuco cresce 10,8% no 3º trimestre.

O PIB teve alta de 10,8% no 3º trimestre em relação ao trimestre anterior, segundo o CONDEPE/FIDEM. O resultado aponta uma aceleração na retomada econômica do Estado. Os indicadores mostram que os setores da Agropecuária, com crescimento de 20,7%, e Indústria, com 7,9%, foram os responsáveis mais diretos pelo resultado positivo. Já o setor de Serviços ainda apresenta dificuldades com queda de 2,5%. Vale lembrar que o setor de Serviços é responsável por 75,5% na composição do PIB de Pernambuco e ainda sofre com os impactos negativos do COVID-19 sobre o distanciamento social. Em comparação com o Brasil, Pernambuco apresentou uma retomada mais forte, já que a recuperação do PIB nacional no 3º trimestre foi de 7,7%.


10/12/2020

Comércio varejista tem 6ª alta seguida em outubro.

No mês de outubro as vendas do comércio varejista tiveram alta de 0,9%, a 6ª alta seguida. Em relação ao mesmo período de 2019, o crescimento foi de 8,3%, novo recorde. O setor agora se encontra 8% acima de fevereiro, pré-pandemia. Esta é a maior alta para o mês de outubro desde 2012 quando o setor apresentou avanço de 9,2%. O setor, porém, demonstrou crescimento desigual por segmento e há setores, como vestuário e calçados, que ainda não se recuperaram.


09/12/2020

COPOM mantém SELIC em 2%

O Comitê de Política Monetária (COPOM) do Banco Central, em sua última reunião do ano, concluiu em decisão unânime, que manterá a taxa básica de juros (SELIC) em 2% ao ano. A taxa está nesse patamar desde agosto, mínima histórica. Apesar da preocupação recente com a alta da inflação, medida pelo IPCA, e com indicação que deve continuar em dezembro, o forward guidance do Banco Central se mantém e a SELIC só deve começar a subir no segundo semestre de 2021 até mesmo porque a taxa precisa continuar baixa para estimular a economia que ainda está debilitada com os impactos negativos da pandemia do COVID-19.


08/12/2020

IPCA acelera alta da inflação em novembro, em 0,89%.

O IBGE apresentou o resultado do IPCA, considerado a inflação oficial do país. O IPCA avançou 0,89% em novembro. Em 12 meses, a alta é de 4,31%, pouco acima do centro da meta para o de 2020, de 4%. Puxada pela alta nos preços dos alimentos e combustíveis, esta é a maior alta para o mês de novembro, desde 2015. O teto da meta de inflação é 5,50%, patamar que dificilmente será atingido pela pressão inflacionária atual. Durante o mês de dezembro de 2019 o IPCA teve alta de 1,15%. Caso no mês de dezembro fique abaixo ou igual a este valor, fará com que o IPCA permaneça muito próximo do centro da meta. Amanhã o COPOM termina sua reunião para definir a taxa básica de juros (SELIC), que se encontra em 2% ao ano e pode ser influenciada pelo resultado de hoje do IPCA.


07/12/2020

PIB per capita deve voltar ao nível pré-pandemia somente em 2023.

O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) apontou que, devido à forte recessão deste ano causada pelo COVID-19, o PIB per capita só retornará ao nível pré-pandemia em 2023. O PIB per Capita é estimado a partir da divisão do que foi produzido pela população do país em um determinado ano e serve para fazer comparações do nível de desenvolvimento econômico entre os países. O Brasil tem um PIB per Capita inferior às nações desenvolvidas e alguns vizinhos na América Latina. Para retornar ao nível de 2013, o PIB per Capita levará mais 10 anos. O bônus demográfico e ganhos de produtividade poderiam acelerar o processo.


07/12/2020

O que vem por aí na Semana Econômica!

Informações importantes, toda segunda-feira, trazendo a semana em indicadores e movimentações da economia e do mercado. Não deixe de escutar e mantenha-se informado.


04/12/2020

Inflação dos mais pobres está acima da inflação oficial.

O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), levantamento elaborado pela parceria IBRE-FGV, que calcula a variação de preços de produtos do consumo familiar com renda de até 2,5 salários mínimos, apresentou resultado indicando que a inflação teve aceleração no mês de novembro, com 0,95%, após o mês de outubro ter fechado com alta de 0,71%. O indicador acumula alta de 4,85% no ano e 5,82% nos últimos 12 meses, permanecendo em nível superior ao da inflação oficial do país, medida pelo IPCA. Alimentos e bebidas, itens de higiene pessoal e material de construção civil são os principais itens que contribuíram para a inflação dos mais pobres ter se elevado acima da inflação oficial. O Auxílio Emergencial tem um impacto significativo neste resultado.


03/12/2020

PIB cresce 7,7% no 3º trimestre e sai da recessão técnica.

O IBGE divulgou o crescimento de 7,7% do PIB no 3º trimestre em comparação com os três meses imediatamente anteriores. Os dados positivos apontam a saída de uma recessão técnica causada pelos efeitos da pandemia. É o maior crescimento da série histórica iniciada em 1996, porém ainda insuficiente para reverter as perdas causada pelo COVID-19 sobre a economia, principalmente no setor de serviços que representa mais de 70% do PIB brasileiro. O setor de serviços teve queda de 9,3% no 2º trimestre e a alta de 6,3% no 3º trimestre foi alta, mas ainda pequena e insuficiente por conta deste setor ter sido o mais afetado pelo isolamento social e o receio da população em ir a restaurantes, bares, hotéis e usar transporte aéreo, dentre outros. O Ministério da Economia informou que o Auxílio Emergencial não se torna mais necessário a partir do ano que vem, já que a economia voltou a crescer.


02/12/2020

IBGE aponta 6° alta seguida na produção industrial, com crescimento de 1,1% no mês de outubro.

O IBGE divulgou nesta quarta-feira (2) dados que apontam crescimento na produção industrial de 1,1%, pelo 6° mês seguido, porém com tendência de desaceleração. Após 10 meses seguidos de queda, o setor apontou crescimento de 0,3% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Com os avanços demonstrados nos últimos 6 meses, o setor conseguiu reverter quedas e já indica crescimento de 1,4% em relação ao mês de fevereiro, período anterior à pandemia. Mesmo com a retomada, o setor ainda acumula queda de 5,6% em 12 meses, e de 6,3% no acumulado do ano.